segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
sábado, 30 de novembro de 2013
Fita métrica do Amor
Fita métrica do amor
Como se mede
uma pessoa? Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Ela é enorme
para você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e
respeito, quando olha nos olhos e sorri destravada.
É pequena para você quando
só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando
fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais
importante entre duas pessoas: a amizade.
Uma pessoa é gigante para você
quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu
crescimento, quando sonha junto. É pequena quando desvia do assunto
Uma
pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do
outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que
espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.
Uma mesma pessoa pode aparentar
grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num
espaço de poucas semanas: será que ela que mudou ou será que o amor é
traiçoeiro nas suas medições?
Uma decepção pode diminuir o
tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho
de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta
elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso
julgamento é feito não através de centímetros e metros, e sim de ações e
reações, de expectativas e frustrações. Uma pessoa é única ao estender a mão e,
ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.
O egoísmo unifica os
insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a
sua sensibilidade sem tamanho.
Martha
Medeiros
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
A criação é um livro de sinais
A
criação é um livro de sinais
Manuel
Eduardo Iglesias, SJ
Tu, meu Deus, sílabas
a alva igual
que uma palavra,
pronuncias o mar como
sentença,
sussurras o vento,
cantas os pássaros,
soletras as estrelas,
dizes o amor,
falas: Jesus Cristo,
articulas meu ser.
Tu manifestas tua
glória,
- rosto do teu amor-,
ansioso de nos
comunicar a beleza infinita do SER
que a minha pequenez
não pode conter.
Um dia capto apenas
uma nota e vibro.
Outro dia, um gemido e
choro.
Outro, uma melodia e
pulo de alegria.
E Tu, com paciência,
esperas
que eu consiga abrir
os olhos da alma!
Não cansas de bater na
porta dos meus
ouvidos ensurdecidos;
tocar minha
sensibilidade adormecida;
oferecer o sabor de
uma vida verdadeiramente humana.
Tarde te amei,
Ó Beleza tão antiga e
tão nova!
Como, Senhor, seria
maravilhoso
aguçar meus sentidos e
absorver
tudo o que minha
pequenez puder captar do infinito.
Só assim poderei
passar para os outros o dom que é palavra
revelando o quanto
cada pessoa é preciosa aos Teus olhos.
Fala para nós, Senhor,
cada dia,
aquela palavra eficaz:
EFATÁ!
ABRE-TE!
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
O Jumento
O JUMENTO
Um jumentinho, voltando para sua casa, todo contente, fala para sua mãe:
_ Fui a uma cidade, e, quando lá cheguei, fui aplaudido, por uma multidão que gritava alegre, estendia seus mantos pelo chão. Todos estavam contentes com minha presença.
Sua mãe questionou se ele estava só... E o burrinho disse:
_ Não, estava levando um homem com o nome de JESUS.
Então sua mãe falou:
_ Filho, volte a essa cidade, mas agora sozinho.
Quando retornou a essa cidade sozinho, todos que passavam por ele fizeram o inverso, maltratavam, xingavam e até mesmo batiam nele. Voltando para sua casa, disse a sua mãe:
_ Estou triste, pois nada aconteceu comigo. Nem palmas, nem mantos, nem honra... Só apanhei, fui xingado e maltratado. Eles não me reconheceram, mamãe...
Indignado, o burrinho perguntou a sua mãe:
_ Por que isso aconteceu comigo?
Sua mãe respondeu:
_ Meu filho querido, você sem JESUS é só um jumento.
Seleção de Lola Prata
Bragança Paulista/SP
Publicado no Almanaque Santo Antônio /2013
domingo, 20 de outubro de 2013
Solte a panela
Solte a panela
Certa vez,
um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.

Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.
Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e
enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela
encostava. O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as
queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela
quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e
mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma
árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso
corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.
Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa
vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo
assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento,
de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo
que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos
momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de
prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Solte a panela!
Autor desconhecido
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
A Crítica
A
Crítica
Convidada a
fazer uma preleção sobre a crítica, a conferencista compareceu ante o auditório
superlotado, carregando pequeno fardo. Após cumprimentar os presentes, retirou
os livros e a jarra de água de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.
Em silêncio, acendeu poderosa lâmpada, enfeitou a mesa com dezenas de pérolas que trouxera no embrulho e com várias dúzias de flores frescas e perfumadas.
Logo após, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com graça. Em seguida, colocou sobre a mesa um exemplar do Novo Testamento em capa dourada.
Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro. Só então se dirigiu ao público perguntando:
O que é que os senhores estão vendo?
E a assembléia respondeu, em vozes discordantes:
Em silêncio, acendeu poderosa lâmpada, enfeitou a mesa com dezenas de pérolas que trouxera no embrulho e com várias dúzias de flores frescas e perfumadas.
Logo após, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com graça. Em seguida, colocou sobre a mesa um exemplar do Novo Testamento em capa dourada.
Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro. Só então se dirigiu ao público perguntando:
O que é que os senhores estão vendo?
E a assembléia respondeu, em vozes discordantes:
- Um
bicho!
- Um
lagarto horrível!
- Uma
larva!
- Um
pequeno monstro!
Esgotados breves momentos de expectação, a expositora
considerou:
Assim é o espírito da crítica destrutiva, meus amigos!
Os senhores não enxergaram o forro de seda alva, que recobre
a mesa.
Não viram as flores, nem sentiram o seu perfume. Não
perceberam as pérolas, nem as outras preciosidades.
Não atentaram para o Novo Testamento, nem para a luz
faiscante que acendi no início.
Mas não passou despercebida, aos olhos da maioria, a
diminuta lagartixa... E, sorridente, concluiu sua exposição esclarecendo:Nada
mais tenho a dizer...
Quantas vezes não nos temos feito cegos para as coisas e
situações valorosas da vida.
Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade
humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.
Assim, criticamos a mídia por enfatizar as misérias humanas,
os desvalores, as fofocas e as intrigas,mas, em verdade, isso tudo só vem a
lume porque ainda nos comprazem.
Em última análise, é o que vende!
Não há espaço para uma mensagem edificante, e os que teimam
em veicular coisas e situações nobres, o fazem sob o peso de enormes
dificuldades.
É imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores,
antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunicação
em geral.
É importante observarmos os nossos interesses pessoais antes
de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles só ocupam os cargos
depois de eleitos por nós.
Enfim, é relevante atentarmos para os que buscam divulgar o
bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.
Assim, com a exaltação do bem, em detrimento do mal, com a evidência da
paz, em vez da guerra, com a elevação do perfume sobre os odores fétidos, a
sociedade logrará sobrepujar as misérias, evidenciando as belezas e os atos de
essência superior, e encontrada será a felicidade perene.
Autor desconhecido
Vôo dos Gansos
O voo dos Gansos
“No outono, quando se vêem bandos de gansos a voar para Sul e que formam um grande
“V” no céu, voar para Sul e que formam
um grande “V” no céu, sabe-se que quando cada um bate as asas move o ar para
cima ajudando a sustentar a ave imediatamente atrás. A resistência do ar
diminui para cada ganso à medida que este fica mais longe do cume.
Em
geral, o bando beneficia de pelo menos 71% a mais de força de voo do que uma
a Sempre que um ganso sai do bando
sente subitamente o esforço e a resistência necessários para continuar a voar
sozinho. Rapidamente entra novamente na
formação.
Quando o ganso líder se cansa, muda de posição dentro da
formação e outro ganso líder assume a liderança. Assim
todos se ajudam de forma a garantir a sustentabilidade até ao seu destino
final.
Todos
têm o seu papel definido, ficando para os gansos de trás o
trabalho de gritar
encorajando os da frente para que mantenham a velocidade.
Quando um ganso fica doente, é ferido ou está cansado...
e tem de sair da formação...Outros
saem da formação e acompanham-no para ajudá-lo e protegê-lo.
Permanecem
com ele até que morra ou seja capaz de voar novamente; então alcançam o seu
grupo, ou
integram-se
noutro.
O vôo dos gansos rumo ao Sul no Outono é um grande
exemplo de trabalho em equipa onde todos têm o mesmo
objetivo, meta e compromisso com sucesso. sabe-se que quando cada um bate as
asas move o ar para
cima ajudando a sustentar a ave imediatamente atrás.
A resistência do ar diminui para cada ganso à medida que
este fica mais longe do cume. Em geral, o bando beneficia de pelo menos 71% a
mais de força de vôo do que uma ave a voar sozinha.
Sempre
que um ganso sai do bando sente subitamente o esforço e a resistência
necessários para continuar a voar sozinho. Rapidamente entra novamente na
formação.
Quando o ganso líder se cansa, muda de posição dentro da
formação e outro ganso líder assume a liderança. Assim todos se ajudam de forma
a garantir a sustentabilidade até ao seu destino final.
Todos
têm o seu papel definido, ficando para os gansos de trás o trabalho de gritar
encorajando os da frente para que mantenham a velocidade.
Quando um ganso fica doente, é ferido ou está cansado...
e tem de sair da formação...
Outros
saem da formação e acompanham-no para ajudá-lo e protegê-lo. Permanecem com ele
até que morra ou seja capaz de voar novamente; então alcançam o seu grupo, ou
integram-se noutro.
O vôo dos gansos rumo ao Sul no Outono é um grande
exemplo de trabalho em equipa onde todos têm o mesmo objetivo, meta e
compromisso com sucesso.
Desconheço o autor
terça-feira, 13 de agosto de 2013
A Alegria de servir
A ALEGRIA DE SERVIR
Toda a Natureza é um desejo de serviço.
Serve a nuvem, serve o vento,
servem os vales.
servem os vales.
Onde haja uma árvore que plantar,
planta-a tu;
planta-a tu;
Onde haja um erro que emendar,
emenda-o tu;
emenda-o tu;
Onde haja um esforço que todos evitam,
aceita-o tu.
Sê aquele que afasta a pedra do caminho,
O ódio dos corações e as dificuldades de um problema
Existe a alegria de ser são, e a alegria de ser justo,
Mas existe sobretudo,
a formosa a imensa alegria de servir.
Como seria triste o mundo se tudo já estivesse feito,
Se não houvesse um roseiral que plantar,
uma empresa que iniciar!
Que não te atraiam somente os trabalhos fáceis.
É tão belo fazer a tarefa a que outros se esquivam!
Mas não caias no erro de que só se conquistam méritos
Com os grandes trabalhos;
Há pequenos serviços que são imensos serviços:
Adornar a mesa, arrumar os bancos, espanar o pó.
Aquele é o que critica, este é o que destrói;
Sê tu o que serve.
O serviço não é tarefa só de seres inferiores.
Deus, que dá o fruto e a luz, serve.
Poder-se-ia chamá-lo assim: Aquele que serve.
E Ele, que tem os olhos em nossas mãos,
nos pergunta todo dia:
“Serviste hoje? A quem?
À árvore, a teu amigo, à tua mãe?”
sábado, 27 de julho de 2013
O grande tesouro
O grande
tesouro
Sentindo a morte se aproximar, o fazendeiro
Nabor falou aos três filhos: “ Vou morrer em breve. Como despedida, lembro que
em nosso terreno existe um grande tesouro escondido. Cavando vocês vão encontrar”.
Poucos dias depois o pai faleceu. Manejando
enxadas e picaretas, os três jovens jogaram-se febrilmente à procura do tesouro.
Nada encontraram, além da surpresa posterior: trabalhada e revolvida a terra
produziu uma colheita excepcional, jamais sonhada. A colheita do século, inédita
em toda a região.
Trabalho: Bênção ou castigo? Depende do
trabalhador. Alguns trabalham em excesso, desmantelando a saúde, deixando em
segundo plano os amigos, a família, os valores espirituais, a oração.
Eloquente e
doloroso demais, o lembrete daquele para-choque de caminhão:
“ De tanto lutar
pela vida, esquecemos de viver”.
Machado de Assis,
do alto de sua experiência de trabalho infatigável, nos avisa: “ E a melhor
disciplina é o trabalho”.
Para refletir:
1.
Para você, o que significa o grande tesouro de
sua vida: o trabalho honrado ou a herança fácil?
2.
Como assumir o trabalho, para que ele se torne
uma bênção?
3.
Como
Jesus valorizou o trabalho?
Dom Itamar Vian
terça-feira, 23 de julho de 2013
A
atitude que faz a diferença
Era
uma vez... nos Alpes italianos, um
pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para a produção de vinho.
Uma vez por ano, ocorria lá uma festa para comemorar o sucesso da colheita.
A
tradição exigia que, nessa festa, cada morador do vilarejo trouxesse uma
garrafa de seu melhor vinho para colocar dentro de um grande barril, que ficava
na praça central.
Entretanto,
um dos seus moradores pensou: “Por que deveria levar uma garrafa do meu mais
puro vinho? Levarei uma de água. No meio de tanto vinho, o meu não fará falta”.
Assim pensou e assim fez.
No
auge das comemorações, como de costume, todos se reuniram na praça, cada um com
sua caneca para pegar uma porção daquele vinho cuja fama se estendia além das
fronteiras do país... Contudo, ao abrir a torneira do barril, um silêncio tomou
conta da multidão: daquele barril saiu somente água!
Com
isso aconteceu?
Todos
haviam pensado como aquele morador: “A ausência da minha parte não fará falta”.
Para
refletir:
Todos/as
somos levados a pensar: tantas pessoas existem no mundo que, se eu não fizer
minha parte, isso não terá importância. O que aconteceria com o mundo se todos
pensassem assim?
Para termos um mundo melhor, com mais vida
para todos, é necessário que cada um/a faça algo pela humanidade. Ninguém pode
se omitir, pensando que a sua parcela por pequena que seja não fará diferença.
Portanto
é preciso que cada um/a coloque o melhor de si mesmo
(o vinho
mais fino), caso contrário jamais teremos a vida plena para todos/as (e tudo
vira água).
Pense nisso... Coloque seus dons a serviço do
Reino, não guarde para si.
Autor
desconhecido
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Lenda das três árvores
Lenda das três Árvores
Eu quero ser o baú mais precioso do mundo
cheio de tesouros. E a segunda, olhando o riacho suspirou:
Eu quero ser um navio
grande para transportar reis e rainhas.
E a terceira, olhou para
o vale e disse:
Eu quero ficar aqui no
alto da montanha e crescer tanto que as pessoas quando olharem para mim,
levantem os olhos e pensem em Deus.
Muitos anos se passaram e
certo dia três lenhadores cortaram as árvores que estavam ansiosas para se
transformarem naquilo que sonharam.
Mas os lenhadores não
costumam ouvir ou entender de sonhos !
A primeira árvore acabou sendo transformada
em um cocho de animais coberto de feno.
A segunda virou
um simples barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.
A terceira foi cortada em grossas vigas e
colocada de um lado num depósito. Então desiludidas e tristes, perguntavam a si
mesmas :
Porque isto ? E não
obtinham respostas. Entretanto, numa bela noite, cheia de luz e estrelas, uma
jovem mulher, colocou seu bebê recém nascido naquele cocho de animais.
E, de repente, a primeira árvore percebeu que
continha o maior tesouro do mundo.
A segunda árvore estava
transportando um homem que acabou por dormir no barco em que se transformara.
E quando uma tempestade quase afundou o barco,
o homem levantou-se e disse:
"PAZ". E, num
relance ela entendeu que estava transportando o rei do céu e da terra! Tempos
mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas
foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo se sentiu
horrível e cruel.
Mas no domingo seguinte,
o mundo vibrou de alegria. E a terceira árvore soube que nela havia sido
pregado um homem para a salvação da Humanidade e que as pessoas sempre se lembrariam
de Deus e de seu Filho
ao olharem para ela”
Autor
desconhecido
sexta-feira, 7 de junho de 2013
O dom da partilha
O dom da partilha
Certa
vez, passeando por esses campos de Deus, um galo encontrou um ovo de avestruz
e, naturalmente, ficou admirado com o que viu. E, como o seu grupo trabalhava com coisas
semelhantes, decidiu levá-lo ao galinheiro.
Chegando a seu
reino, reuniu todas as galinhas e, depositando entre elas o ovo de avestruz,
falou-lhes desta maneira: “Por favor,
entendam-me... Não se trata de criticar o que se faz em casa; no
entanto, gostaria que vissem o que estão fazendo em outros lugares...”.
A partir daquele dia, conclui a história, começou a
reinar no galinheiro um clima de
depressão e, até mesmo, de complexo de inferioridade.
Todas as pessoas são diferentes e por isso não devem ser
enquadradas numa mesma medida. Cada pessoa deve responder às capacidades
recebidas.
“Quem muito recebeu, de muito deverá prestar contas”,
observa o Evangelho. Aquele que recebeu dez talentos, lembra parábola deverá restituir outros dez; aquele
que recebeu cinco, fica responsável apenas um, fará sua obrigação, se responder
com mais um.
Na parábola do semeador, o próprio Cristo admite que um grão
possa produzir 100, outro sessenta, e um terceiro, apenas um. O erro fatal é
enterrar o tesouro. Isso significa guardá-lo egoisticamente para si.
Partilhar é a
grande lei, o grande dom.
( Livro: Sabedoria da Vida – histórias que
ensinam. Itamar Vian )
Para refletir:
1.
Diz um filósofo:
“Homem. Conhece=te a ti mesmo”. O que você
entende por conhecer-se?
2.
Você já percebeu
que é uma pessoa única, com dons próprios?
3.
Já identificou seus talentos? Em que você os aplica?
sexta-feira, 17 de maio de 2013
A
soma dos talentos
Se a nota dissesse:
“Não é uma
nota que faz a música”...
Não haveria sinfonia.
Se a palavra dissesse:
“Não é uma palavra que pode fazer uma página”...
Não haveria livro.
Se a pedra dissesse:
“Não é a pedra que pode montar uma parede”...
Não haveria uma casa.
Se a gota dissesse:
“Não é uma gota d’água que pode fazer um rio”...
Não haverá oceano.
Se o grão dissesse:
“Não é um grão de trigo que pode semear um campo”...
não haverá colheita.
Se o homem dissesse:
“Não é um gesto de amor que pode salvar humanidade”...
Jamais haverá justiça e paz, dignidade e felicidade
na terra
dos homens.
como a sinfonia precisa de cada nota,
como o livro precisa de cada palavra,
como a casa precisa de cada pedra,
como o oceano precisa de cada gota d’água,
como colheita precisa
de cada grão de trigo,
A humanidade precisa de cada pessoa.
Você é único, insubstituível, no lugar em que estiver.
O que você está esperando para entrar em campo e assumir
Seu compromisso, sua missão?
Michel Quoist ( Texto adaptado por Roque Schnider
sexta-feira, 3 de maio de 2013
A vida e a viagem de trem
♥ A Vida e a Viagem de Trem
A vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques,
alguns acidentes, agradáveis surpresas em muitos embarques e grandes tristezas
em alguns desembarques.
Quando nascemos, entramos nesse magnífico trem e nos deparamos com algumas pessoas, que
julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco, nossos pais.
Infelizmente isso não é verdade, em alguma estação eles descerão e nos deixarão
órfãos do seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Isso porém não nos
impedirá que durante o percurso, pessoas que se tornarão muito especiais para
nós, embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos, filhos e amores inesquecíveis!
Muitas pessoas embarcarão nesse trem apenas a passeio, outras encontrarão no
seu trajeto somente tristezas e ainda outras circularão por ele prontos a
ajudar quem precise.
Vários dos viajantes quando desembarcam deixam saudades eternas, outros tantos
quando desocupam seu assento, ninguém nem sequer percebe.
Curioso é constatar que alguns passageiros que se tornam tão caros para nós,
acomodam-se em vagões diferentes dos nossos, portanto somos obrigados a fazer
esse trajeto separados deles, o que não nos impede é claro que possamos ir ao
seu encontro.No entanto, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado,pois
já haverá alguém ocupando aquele assento.
Não importa, é assim a
viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém,
jamais, retornos. Façamos essa viagem então, da melhor maneira possível,
tentando nos relacionar bem com os outros passageiros, procurando em cada um
deles o que tiverem de melhor, lembrando sempre que em algum momento eles
poderão fraquejar e precisaremos entender, porque provavelmente também
fraquejaremos e com certeza haverá alguém que
nos acudirá com seu carinho e sua atenção.
O grande mistério afinal é
que nunca saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros
de viagem, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado. Eu fico pensando se
quando descer desse trem sentirei saudades. Acredito que sim, me separar de
muitas amizades que fiz será no mínimo doloroso, deixar meus filhos continuarem
a viagem sozinhos será muito triste com certeza....mas me agarro na esperança
que em algum momento estarei na estação principal e com grande emoção os verei chegar.
Estarão
provavelmente com uma bagagem que não possuíam quando embarcaram e o que me
deixará mais feliz será ter a certeza que de alguma forma eu fui uma grande
colaboradora para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.
Amigos, façamos com que a
nossa estada nesse trem seja tranquila que tenha valido a pena e que quando
chegar a hora de desembarcarmos o nosso lugar vazio traga saudades e boas
recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.
Autor Desconhecido
A vida continua
“A morte não é nada. Somente passei para o outro
do caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês... O que
eu era para vocês eu continuarei sendo.
Me deem o nome que vocês sempre me deram, falem
comigo como vocês sempre fizeram.
Vocês continuarão vivendo no mundo das criaturas,
eu estou vivendo no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a
rir daquilo que nos fazia rir juntos.
Orem, sorriam, pensem em mim. Que meu nome seja
pronunciado como sempre foi, sem ênfase de nenhum tipo. Sem nenhum traço de sombra ou tristeza.
A vida significa tudo o que ela sempre
significou, o fio não foi cortado. Porque eu estaria fora de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora de suas vidas?
Eu não estou longe apenas estou do outro lado do
caminho.
Você, que aí ficou, siga em frente, a vida
continua, linda e bela como sempre foi “.
( St. Agostinho )
domingo, 24 de março de 2013
Nunca se arrependa de um dia de sua vida
"NUNCA SE
ARREPENDA DE UM DIA DA SUA VIDA".
Eu
jamais desistiria do bambu. Nunca desistiria de ti. Não se compare com outros.
O bambu foi criado com uma finalidade diferente da samambaia, mas ambos eram
necessários para fazer do bosque um lugar bonito.
Certo dia, decidi dar-me por
vencido. Renunciei ao meu trabalho, às minhas relações e à minha
fé. Resolvi desistir até da minha vida. Dirigi-me ao bosque para ter uma
última conversa com Deus.
“Deus”, eu disse: “O Senhor
poderia me dar uma boa razão para eu não entregar os pontos?”Sua resposta me
surpreendeu: “Olhe em redor. Você está vendo a samambaia e o bambu?”
“Sim, estou vendo”, respondi.
“Pois bem, quando Eu semeei as
samambaias e o bambu, cuidei deles muito bem. Não lhes deixei faltar luz e
água. A samambaia cresceu rapidamente. Seu verde brilhante cobria o
solo. Porém, da semente do bambu nada saía.
Apesar disso, eu não desisti do
bambu. No segundo ano, a samambaia cresceu ainda mais brilhante e viçosa.
E, novamente, da semente do bambu, nada apareceu. Mas, eu não desisti do bambu.
No terceiro ano, no quarto, a
mesma coisa. Mas, no quinto ano, um pequeno broto saiu da
terra. Aparentemente, em comparação com a samambaia, era muito pequeno,
até insignificante. Seis meses depois, o bambu cresceu mais de 50 metros de altura.Ele
ficara cinco anos afundando raízes. Aquelas raízes o tornaram forte e lhe
deram o necessário para sobreviver.
A nenhuma de minhas criaturas eu faria um desafio que elas
não pudessem superar.” E, olhando bem no meu íntimo, disse:
“Você sabia que durante todo esse
tempo em que você vem lutando, na verdade, estava criando raízes?
Eu jamais desistiria do
bambu. Nunca desistiria de ti. Não se compare com outros. O bambu foi
criado com uma finalidade diferente da samambaia, mas ambos
eram necessários para fazer do bosque um lugar bonito.
Seu tempo vai chegar”, disse-me
Deus. “Você crescerá muito!”
“Quanto tenho de crescer?”
Perguntei.
“Tão alto como o bambu?” Foi a
resposta. E eu deduzi: Tão alto quanto puder! Espero que estas palavras
possam ajudá-lo/a a entender que Deus nunca desistirá de você.
Nunca se arrependa de um dia da
sua vida.
Desconheço o autor
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