segunda-feira, 29 de maio de 2017

O julgamento


O julgamento

            Contaram-me que um homem estava com muitas dificuldades de comunicar-se com a sua esposa, começando assim desconfiar de que ela estava ficando surda.
Numa noite eles estavam sentados na sala de visitas e ele resolveu fazer um teste. Sentado em uma cadeira o mais longe possível de sua esposa, ele sussurrou:
- Você consegue me ouvir? Nenhuma resposta...
Então, levantou-se e foi um pouco mais perto. Voltou a sussurrar:
- Você consegue me ouvir?
Mesmo assim não obteve resposta. Sem fazer barulho, ele foi para mais perto e sussurrou:
- Você consegue me ouvir?
E mais uma vez ele não recebeu nenhuma resposta. Finalmente, ele colocou-se bem atrás da esposa e sussurrou:
- Você me consegue ouvir?
Para sua surpresa, ele ouviu uma resposta irritada:
- Pala quarta vez, é claro que estou ouvindo você!
No fim ele percebeu que quem estava com problema de audição era ele mesmo, e por isso não se comunicava bem com a esposa.

Refletindo:

- É por essas e outras que precisamos tomar cuidado com os nossos julgamentos, pois costumamos considerar que a falha é sempre dos outros e nunca nossa.
Se você está sempre procurando nas outras pessoas defeitos para corrigir, seria melhor experimentar dar uma boa olhada no espelho!...
Além de ser mais paciente com os erros dos outros, você e os outros viverão mais felizes!
Faça isso e viva melhor     
          Do livro: “Reflexos”.

sábado, 20 de maio de 2017

As pedras maiores

As pedras maiores
O mestre colocou, em cima da mesa,
 um vaso de vidro.

Em seguida, retirou de um saco uma dezena de pedras do tamanho de uma laranja, e começou a enfiá-las, uma a uma, dentro do jarro.

Quando o jarro já estava com pedras até a borda, perguntou aos seus alunos:

– Está cheio?
Todos disseram que sim. O mestre, porém, retirou de outro saco um cascalho, e sacudindo as pedras grandes dentro do jarro, 
conseguiu colocar bastante cascalho ali dentro.
– Está cheio? – Perguntou de novo.
Os alunos disseram que, desta vez, estava cheio. Foi quando o mestre abriu um terceiro saco, cheio de areia fina, e começou a derramá-la no jarro. A areia foi preenchendo o espaço vazio entre as pedras
e o cascalho, 
até que chegou ao topo.
– Muito bem-disse o mestre – agora o jarro está cheio. Qual o ensinamento que eu quis demonstrar?

– Que, não importa o quanto você esteja ocupado, sempre há espaço para fazer alguma coisa a mais – disse um aluno.

– Nada disso. Na verdade, esta pequena demonstração nos faz ver o seguinte: se não colocamos as pedras grandes antes,
 não poderemos colocá-las depois.
“Então, quais são as coisas importantes na nossa vida? Quais os projetos que adiamos, as aventuras que não vivemos, os amores pelos quais não lutamos? Perguntem quais são as pedras grandes, sólidas, que mantêm acesa em vocês a chama de Deus. E coloquem rápido no vaso de suas decisões, ou em pouco tempo já não encontrarão lugar para elas. ”
Autor desconhecido