domingo, 21 de dezembro de 2014

Boas Festas



A você, caro(a) visitante do meu blog...

Que neste Natal você e sua Família,
sintam mais forte ainda
 o significado da palavra “Amor”;
que traga raios de luz 
que iluminem o seu caminho e
transformem o seu coração cada dia, em
pessoa sinal” 
que aponte para a verdadeira Luz o
Emanuel : “ Deus-conosco”!
Boas Festas! Feliz e alegre Natal!
Um Novo Ano muito iluminado e abençoado
pela presença do Deus Menino!
É o que lhe desejo de coração,
Ir. Teresa Cristina

                                            Natal/ 2014

quinta-feira, 20 de novembro de 2014


O jardineiro dedicado

Havia, certa vez, um jardineiro que trabalhava como diarista em várias residências de um bairro classe alta, cuidando dos jardins.

Um dia, um especialista em marketing contratou-o par a cuidar do seu jardim. Quando o jardineiro terminou o serviço, pediu permissão para usar o telefone. O executivo deixou. Contudo, ficou por perto e ouviu a conversa.
O jardineiro ligou para uma senhora e disse:
- “A senhora está precisando de um jardineiro?”
- “Não. Eu já tenho um.”
- “Mas, além de aparar, eu também tiro o lixo.”
- “Isso o meu jardineiro faz.”
- “Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço.”
- “O meu jardineiro também o faz.”
- “Eu faço a programação de atendimento o mais rápido possível.”
- “O meu jardineiro também me atende prontamente.”
- “O meu preço é um dos melhores.”
- “Não, muito obrigada. O preço do meu jardineiro também é muito bom.”
Assim que o moço desligou o telefone, o executivo lhe disse: “Meu rapaz, você perdeu um cliente”. Ele respondeu: “Não. Eu sou o jardineiro dela. Apenas estava medindo o quanto ela está satisfeita. Depois lhe contarei que fui eu que telefonei”.
Devemos ser pontuais e honestos no nosso trabalho. Se não estivermos contentes com o salário, ou com as condições do serviço, o mundo é grande e podemos bater em outras portas.
Havia, na antiguidade, uma rainha que, sempre que alguém a procurava pedindo alguma coisa, ela dava mais do que a pessoa pedia. Advertida, ela explicou: “Eu não quero deixar ir descontente nenhuma pessoa que se dirige a mim”. Maria Santíssima é como essa rainha.
Historinhas de Pe. queiroz



Pequeno demais

            Certo marinheiro partiu para uma viagem que deveria durar muitos anos. Deixou em casa o filhinho recém-nascido, que amava com todo carinho de pai. Mandava-lhe os mais belos presentes, e ia contando pacientemente os meses que passavam.
         “Em breve”, pensava ele, “meu filho” crescerá e saberá que eu existo, que o amo de todo o coração. Minha mulher escreverá:” Ele pensa em você, agradece os presentes que mandou”...
         Mas frustrou-se a expectativa do marinheiro: seu filho continuava a ignorá-lo!
 “È pequeno demais”, pensava a mãe, vou esperar, para falar-lhe do pai, que chegue à idade da razão...”
         E o marinheiro pensava tristemente: “Será que minha mulher me ama, tendo passado tanto tempo sem falar de mim a nosso filho?”
         Deus ama seus filhos e filhas muito  mais que os pais. Deus manda, cada dia, magníficos presentes: o sol, a saúde, a vida,... No entanto, muitos pais não falam de Deus para os filhos. Não privemos o amor de Deus de brotar no coração das criancinhas.
 Desconheço o autor

         Pra refletir:
1.     Você comunica seu amor a Deus por palavras e por atos?
2.     Para falar de deus, como Pai e Criador de tudo, deve-se esperar o crescimento das crianças?
3.     Você acha que só se expressa o amor com presentes?

4.     O que você reconhece como dádivas de Deus em sua vida?

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Apenas diferentes



   Apenas diferentes

         Um samurai, conhecido por todos pela sua nobreza e honestidade, veio visitar um monge Zen em busca de conselhos. Entretanto, assim que entrou no templo onde o mestre rezava, sentiu-se inferior, e concluiu que, apesar de toda a sua vida ter lutado por justiça e paz, não tinha sequer chegado perto ao estado de graça do homem que tinha à sua frente.

- Por que razão me estou a sentir tão inferior a si? Já enfrentei a morte muitas vezes, defendi os mais fracos, sei que não tenho nada do que me envergonhar. Entretanto, ao vê-lo meditar, senti que a minha vida não tem a menor importância.
- Espere. Assim que eu tiver atendido todos os que me procurarem hoje, eu dou-te a resposta.
Durante o resto do dia o samurai ficou sentado no jardim do templo, a olhar para as pessoas que entraram e saíram à procura de conselhos. Viu como o monge atendia a todos com a mesma paciência e com o mesmo sorriso luminoso no seu rosto. Mas o seu estado de ânimo ficava cada vez pior, pois tinha nascido para agir, não para esperar. De noite, quando todos já tinham partido, ele insistiu:
- Agora podes-me ensinar?
O mestre pediu que entrasse, e conduziu-o até o seu quarto. A lua cheia brilhava no céu, e todo o ambiente inspirava uma profunda tranquilidade.
- Estás a ver esta lua, como ela é linda? Ela vai cruzar todo o firmamento, e amanhã o sol tornará de novo a brilhar. Só que a luz do sol é muito mais forte, e consegue mostrar os detalhes da paisagem que temos à nossa frente: árvores, montanhas, nuvens. Tenho contemplado os dois durante anos, e nunca escutei a lua a dizer: por que não tenho o mesmo brilho do sol? Será que sou inferior a ele?
- Claro que não – respondeu o samurai. – Lua e sol são coisas diferentes, e cada um tem sua própria beleza. Não podemos comparar os dois.
- Então, tu sabes a resposta. Somos duas pessoas diferentes, cada qual a lutar à sua maneira por aquilo que acredita, e a fazer o possível para tornar este mundo melhor; o resto são apenas aparências.
Autor desconhecido



A lição do mármore




A lição do mármore

No museu de fama internacional, o piso totalmente coberto por belíssimos azulejos de mármore recebia as visitas todos os dias, especialmente para admirarem uma estátua, toda em mármore, enorme, exibida no meio do salão de entrada.

Pessoas do mundo inteiro vinham admirá-la. Os mais entendidos se detinham a observar a perfeição dos seus traços. Os românticos falavam da suavidade das linhas, mas todos, sem exceção, elogiavam a sua beleza.

Certa noite, os pisos de mármore começaram a falar e reclamar com a estátua:
Estátua, isto não está certo. Absolutamente, não! As pessoas vêm, pisam e pisam em nós só para admirar você. Ninguém olha para nós e muito menos se dá conta de que também temos a nossa beleza. Isto não é justo.

Meu querido amigo piso de mármore, você ainda se lembra de quando eu e você estávamos na mesma caverna? Perguntou a estátua.

Sim! É por isso que eu acho tudo muito injusto. Nós nascemos da mesma caverna e agora recebemos tratamento tão diferente. Não é justo! - chorou novamente o piso.
A estátua continuou a explicar:
Então, você ainda se lembra do dia em que o artista tentou trabalhar em você, mas você resistiu bravamente às ferramentas?

Sim, claro que me lembro. Odiei aquele sujeito! Como pôde ele usar aquelas ferramentas em mim? Doeu demais!

Isso é certo! Ele não pôde trabalhar nada em você, porque você resistiu à sua ação. Quando ele desistiu de você, veio para mim. Eu era um bloco de mármore sem forma. Em vez de resistir como você, imediatamente soube que ele me tornaria algo diferente. Não resisti. Agüentei todas as ferramentas dolorosas que ele usou em mim.

O piso resmungou alguma coisa e a estátua concluiu:
Meu amigo, há um preço para tudo na vida. Nem sempre é fácil. Às vezes é muito difícil e doloroso. Mas temos que aprender e suportar os sofrimentos, procurando crescer e aprender para nos transformar em algo mais belo.

Assim como o piso de mármore, somos nós, quase sempre. Resistimos e nos rebelamos contra tudo o que nos signifique disciplina, ordem, sacrifício.

Preferimos as coisas fáceis, que não requeiram esforço, nem perseverança.
Entretanto, para que burilemos o Espírito é imperioso que nos amoldemos ao martelo da dor, nos dobremos às leis da disciplina e obedeçamos à ordem.

O cinzel e todas as demais ferramentas do escultor são, na vida, os conselhos dos mais experientes, as exigências dos nossos pais, professores e chefias que, em verdade, somente desejam que nos tornemos criaturas melhores, produzindo o bem.

Pense nisso!

domingo, 31 de agosto de 2014

O toco de lápis


          


O toco
de lápis!


Lá, num fundo de gaveta, 
dois lápis estavam juntos.
Um era novo, bonito, com ponta muito bem feita. Mas o outro – coitadinho! – era triste de se ver. Sua ponta era rombuda, dele só restava um toco, de tanto ser apontado.
O grandão, novinho em folha, olhou para a triste figura do companheiro e chamou:
– Ô, baixinho! Você, aí embaixo! Está me ouvindo?
– Não precisa gritar – respondeu o toco de lápis. – Eu não sou surdo!
– Não é surdo? Ah, ah, ah! Pensei que alguém já tivesse até cortado as suas orelhas, de tanto apontar sua cabeça!
O toquinho de lápis suspirou:
– É mesmo... Até já perdi a conta de quantas vezes eu tive de enfrentar o apontador...
O lápis novo continuou com a gozação:
– Como você está feio e acabado! Deve estar morrendo de inveja de ficar ao meu lado. Veja como eu sou lindo, novinho em folha!
– Estou vendo, estou vendo... Mas, me diga uma coisa: Você sabe o que é uma poesia?
– Poesia? Que negócio é esse?
– Sabe o que é uma carta de amor?
– Amor? Carta? Você ficou louco, toquinho de lápis?
– Fiquei tudo! Louco, alegre, triste, apaixonado! Velho e gasto também. Se assim fiquei, foi porque muito vivi. Fiquei tudo aquilo que aprendi de tanto escrever durante toda a vida. Romance, conto, poesia, narrativa, descrição, composição, teatro, crônica, aventura, tudo! Ah, valeu a pena ter vivido tanto, ter escrito tanta coisa, mesmo tendo de acabar assim, apenas um toco de lápis. E você, lápis novinho em folha: o que é que você aprendeu?

O grandão, que era um lindo lápis preto, 
ficou vermelho de vergonha...

Por Pedro Bandeira.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

A lição do fogo





A Lição do fogo

Um membro de um determinado grupo que prestava serviços regularmente na comunidade, sem nenhum aviso deixou de participar de suas atividades. Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo.
Era uma noite muito fria e o líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao visitante e conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira. Sentou-se numa cadeira ao seu lado e ficou quieto, esperando.

O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.

Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram. Cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado. Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel.

O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto.

Aos poucos, a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez. Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.

Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos.

O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.

Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:

- Obrigado por sua visita e pela belíssima lição.

Estou voltando ao convívio do grupo.


Desconhecemos o autor



quinta-feira, 31 de julho de 2014






O homem da lanterna
           
Aquele homem simples que nem sabia falar,
tinha uma luz que naquela hora e
naquele lugar, você  não tinha.
Seu carro enguiçou e, não fosse por ele,
você teria que dormir na estrada perigosa.
Ele veio todo humilde, falando errado,
mas agindo certo, com sua luz salvadora.
Levou você a quem podia consertar seu carro e devolver você ao caminho.
Não fez nenhum discurso: só iluminou a estrada.
Você era o doutor e ele o  iletrado e o inculto.
Mas quem ficou sem luz foi você, não ele.
Quem precisou foi você e não ele!
A luz dele salvou você!
Da próxima vez que achar que só você é um iluminado
lembre-se daquele homem simples.
Ele também, na hora certa e do jeito certo
Iluminou você.
A nosso modo todos nós temos
As nossas trevas,
e à modo deles, os outros têm as suas luzes.
Por isso, dialogue e aprenda sempre.
Você nunca sabe quando vai precisar
Da luz dos outros.
Quem acha que já tem todas as luzes
de que precisa
não entendeu a vida!
Nunca seremos iluminadores se não
nos deixarmos iluminar...
 Autor desconhecido



A importância do horizonte

Certa vez, uma pessoa chegou no céu e queria falar com Deus,
 porque segundo o seu ponto de vista,
 havia uma coisa na criação que não tinha nenhum sentido.

Deus o atendeu de imediato,
 curioso por saber qual era a falha na criação.

- Senhor Deus, sua criação é muito bonita, muito funcional,
cada coisa tem sua razão de ser,
 mas no meu ponto de vista
 tem uma coisa que não serve para nada,
 disse aquela pessoa para Deus.

- E que coisa é essa que não serve para nada? perguntou Deus.

- É o horizonte. Para que serve o horizonte?
Se eu caminho um passo em direção ao horizonte,
 ele se afasta um passo de mim.

Se caminho dez passos ele se afasta outros dez passos.
Se caminho quilômetros em direção ao horizonte,
ele se afasta os mesmos quilômetros de mim.
Isso não tem sentido.

O horizonte não serve para nada.

Deus olhou para aquela pessoa, sorriu e disse:

- É justamente para isso que serve o horizonte:
para fazer a pessoa caminhar!


Autor desconhecido

quarta-feira, 16 de julho de 2014

A flor murcha como presente





A flor murcha como presente


       Certa vez, um jovem pai de família faleceu. Deixou a esposa e duas crianças, um menino de seis anos e uma menina de quatro.
   A esposa, chamada Carolina, ficou preocupada: Será que conseguirei transmitir o sentido da família? Será que, criando-os sem o pai, darei conta de manter o lar, e lhes ensinar ética, valores morais, fé e tudo o que precisam para a vida?
        O importante é tentar, pensou Carolina. E ela tentou. Durante a semana, encontrava tempo para rever os deveres escolares e discutir os desafios centrais de suas vidas infantis. Nos fins de semana, o programa infalível era a santa Missa e a catequese.
         Carolina achava importante mostrar às crianças que elas têm um Pai muito bondoso e sempre presente em suas vidas, que é Deus. E, assim, se passaram dois anos.
     Quando chegou o Dia das Mães, a escola preparou uma homenagem às mães. Seus filhos a convidaram. Na frente do auditório, havia uma mesa repleta de vasinhos de flores. Cada criança devia escolher um e dar à sua mãe. Havia begônias, margaridas, amor perfeitos, violetas, rosas...
       Quando seus filhos foram, Carolina ficou sonhando com um dos vasos mais bonitos. Mas as crianças pegaram um vaso que estava bem atrás. A planta era murcha, e nem flor tinha. Abraçaram a mãe e lhe deram o presente.
      Em casa, Carolina perguntou: “Por que, no meio de tantas flores bonitas, vocês escolheram esta?” Eles explicaram: “É porque ela está precisando da senhora, mamãe!”
    A mãe ficou muito feliz. O presente foi além daqueles vasos, mesmo os mais bonitos. Mostrou que as crianças acompanhavam o seu esforço e entendiam a linguagem da renúncia e do amor.
    Não existe uma forma de ser mãe perfeita, mas um milhão de formas de ser uma boa mãe.

Desconheço o autor





quinta-feira, 26 de junho de 2014

Lição de uma Coruja



Lição de uma Coruja

Certa vez, dois rapazes entraram numa loja de lembranças. 
Um deles era muito crítico e começou logo a ver defeito em tudo.
O vaso de flor estava feio, o cavalinho não parecia cavalo...
De repente chegaram a uma coruja.
Ele logo disse: “Eu conheço bem corujas.
Não é assim. 
A cabeça não está proporcional ao corpo, a pose dela não é essa..
 Quando acabou de falar, a coruja virou a cabeça e piscou para eles.

Era uma coruja viva e
ele pensava que estava vendo uma imitação de coruja.
O coitado ficou com a cara no chão.
É isso que dá ser negativo, pessimista e só ver defeitos.
Maria Santíssima é chamada, 
na Salve Rainha, Mãe de misericórdia.
Que ela nos ensine a ser humildes, misericordiosos e não julgar ninguém.
Tira primeiro a trave do teu próprio olho.

Autor desconhecido

quarta-feira, 25 de junho de 2014

As quatro estações


As quatro estações


Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um em uma viagem, para observar um a parreira que estava plantada em um distante local.

O primeiro filho foi lá no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão, e o quarto e mais jovem, no outono.

Todos eles partiram, e quando retornaram, o pai os reuniu, e pediu que cada um descrevesse o que tinham visto.

O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O segundo filho disse que não, que ela era recoberta de botões verdes, e cheia de promessas.

O terceiro filho discordou; disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele jamais tinha visto.

O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas.

O homem então explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore.

Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são, e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estão completas.
Se você desistir quando for inverno, você perderá a promessa da primavera, a beleza de seu verão, a expectativa do outono.

Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida apenas por uma estação difícil. Persevere através dos caminhos difíceis, e melhores tempos certamente virão de uma hora para a outra.

Autor desconhecido


terça-feira, 20 de maio de 2014

A flor e a borboleta


A Flor e a Borboleta

Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor... e uma borboleta. 
Mas Deus lhe deu um cacto... e uma lagarta. 
O homem ficou triste, pois não entendeu o porquê do seu pedido vir errado. 
Daí pensou:
 Também, com tanta gente para atender... e resolveu não questionar. 
 Passado algum tempo, o homem resolveu verificar o pedido que deixara esquecido. 
Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores. 
E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta. 
Deus sempre age certo. 
O seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado. 
Se você pediu a Deus uma coisa, e recebeu outra, confie. 
Tenha a certeza de que Ele dá o que você precisa, no momento certo. 
Nem sempre o que você deseja... é o que você precisa. 
Como Ele nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar. 
O espinho de hoje, será a flor de amanhã...
Autor Desconhecido 

Às vezes por não termos o que desejamos pensamos que Deus não está na nossa vida. Mas ele está sempre olhando por nós, ele nos conhece bem antes de nascermos e sabe tudo o que acontecerá em nossa vida. 
Confie nele, pois seja o que for que você estiver passando é tudo permissão de Deus, tenha fé e não desista que mais cedo ou mais tarde você a luz brilhar sobre você.  


quarta-feira, 7 de maio de 2014


Três Sapos

        
Se existem três sapos numa folha, 
e um deles decide pular da folha para a água, quantos sapos restam na folha
         Resposta certa: três sapos!

Porque o sapo apenas decidiu pular, mas ele não fez isso.
Às vezes, a gente não se parece com o sapo?
Quando decidimos fazer isso, fazer aquilo e no final não fazemos nada?
Na vida temos que tomar muitas decisões.

 Algumas fáceis, outras difíceis.
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento.

Expor as idéias e sonhos
 é arriscar-se a perdê-los.
Amar é correr o risco de não ser amado.
Viver é correr o risco de morrer.
Ter esperança é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de falhar.

Os riscos precisam ser enfrentados porque o maior fracasso na vida
 é não arriscar nada.
 A pessoa que não arrisca nada, não faz nada, não tem nada, é nada...
Ela pode evitar o sofrimento e a dor mas,
não aprende, não sente, não muda, não cresce, não vive.
É uma escrava que teme a liberdade.
Apenas quem arrisca é livre.

                                                             Autor desconhecido

domingo, 13 de abril de 2014

Faça o bem hoje e sempre


Faça o bem hoje e sempre


Muitas vezes as pessoas são egocêntricas,
Ilógicas e insensatas.
Perdoe-as assim mesmo.

Se você é gentil, as pessoas podem,
Acusá-lo de egoísta, interesseiro.
Seja gentil assim mesmo.

Se você é um vencedor,
Terá alguns falsos amigos e
Alguns inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo!

Se você é honesto e franco,
As pessoas podem enganá-lo.
Seja honesto e franco assim mesmo.

O que você levou anos para construir,
Alguém pode destruir de uma hora para outra.
Construa assim mesmo.

Se você tem paz e é feliz,
as pessoas podem sentir inveja.
Seja feliz assim mesmo.

O bem que você faz hoje pode
Ser esquecido amanhã.
Faça o bem assim mesmo.

Dê ao mundo o melhor de você,
Mas isso pode nunca ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.

Veja você que, no final das contas,
é entre você e Deus.
Nunca foi entre você e
As outras pessoas.


Madre Teresa de Calcutá (1910-1997)