quarta-feira, 19 de junho de 2013

Lenda das três árvores

Lenda das três Árvores


Há uma lenda que conta que : "Havia no alto de uma montanha três árvores que sonhavam o que seriam depois de grande...
E a primeira olhava para a estrela e dizia :
 Eu quero ser o baú mais precioso do mundo cheio de tesouros. E a segunda, olhando o riacho suspirou:
Eu quero ser um navio grande para transportar reis e rainhas.
E a terceira, olhou para o vale e disse:
Eu quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas quando olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus.
Muitos anos se passaram e certo dia três lenhadores cortaram as árvores que estavam ansiosas para se transformarem naquilo que sonharam.
Mas os lenhadores não costumam ouvir ou entender de sonhos !
 A primeira árvore acabou sendo transformada em um cocho de animais coberto de feno.
 A segunda virou um simples barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.
 A terceira foi cortada em grossas vigas e colocada de um lado num depósito. Então desiludidas e tristes, perguntavam a si mesmas :
Porque isto ? E não obtinham respostas. Entretanto, numa bela noite, cheia de luz e estrelas, uma jovem mulher, colocou seu bebê recém nascido naquele cocho de animais.
 E, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A segunda árvore estava transportando um homem que acabou por dormir no barco em que se transformara.
 E quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse:
"PAZ". E, num relance ela entendeu que estava transportando o rei do céu e da terra! Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo se sentiu horrível e cruel.
Mas no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria. E a terceira árvore soube que nela havia sido pregado um homem para a salvação da Humanidade e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu Filho
ao olharem para ela”

                                                                          Autor desconhecido

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O dom da partilha


O dom da partilha

Certa vez, passeando por esses campos de Deus, um galo encontrou um ovo de avestruz e, naturalmente, ficou admirado com o que viu. E,  como o seu grupo trabalhava com coisas semelhantes, decidiu levá-lo ao galinheiro.
         Chegando a seu reino, reuniu todas as galinhas e, depositando entre elas o ovo de avestruz, falou-lhes desta  maneira: “Por favor, entendam-me...  Não se  trata de criticar o que se faz em casa; no entanto, gostaria que vissem o que estão fazendo em outros lugares...”.
A partir daquele dia, conclui a história, começou a reinar  no galinheiro um clima de depressão e, até mesmo, de complexo de inferioridade.
Todas as pessoas são diferentes e por isso não devem ser enquadradas numa mesma medida. Cada pessoa deve responder às capacidades recebidas.
“Quem muito recebeu, de muito deverá prestar contas”, observa o Evangelho. Aquele que recebeu dez talentos, lembra  parábola deverá restituir outros dez; aquele que recebeu cinco, fica responsável apenas um, fará sua obrigação, se responder com mais um.
Na parábola do semeador, o próprio Cristo admite que um grão possa produzir 100, outro sessenta, e um terceiro, apenas um. O erro fatal é enterrar o tesouro. Isso significa guardá-lo egoisticamente para si.
Partilhar é a grande lei, o grande dom.

( Livro: Sabedoria da Vida – histórias que ensinam.  Itamar Vian )

Para refletir:

1.     Diz um filósofo: “Homem. Conhece=te a ti mesmo”. O que você
entende por conhecer-se?
2.     Você já percebeu que é uma pessoa única, com dons próprios?
3.      Já identificou seus talentos? Em que  você os aplica?