sexta-feira, 25 de dezembro de 2015



Amigos Internautas,
Que a estrela principal do Natal, 
Jesus Cristo, 
seja uma luz a brilhar sempre na vida 
daqueles que o buscam!
Boas festas! 
Um Feliz e Santo Natal ! 
Um Novo Ano, lindo, pleno de luz  
em cada um de seus passos de 2016 e
muitas bênçãos daquele que quis ser
semelhante a nós, o
Deus Menino!

Ir. Teresa Cristina

domingo, 29 de novembro de 2015


O leão que pensava ser uma “ovelha”!
Existe uma parábola contada por um monge Hinduísta, sobre um Leão criado por ovelhas.
 “Um filho leão ficou perdido e esfomeado, foi encontrado por uma ovelha que não tinha filhos, e comovida, mas ao mesmo tempo emocionada, ela levou o leãozinho alimentou-o e cuidou dele, como se de um filho se tratasse”.
Com o tempo o leão começou a alimentar-se de erva e a portar-se como ovelha até se tornar um Leão grande e forte. O Leãozinho brincava com as outras ovelhas jovens, sendo muitas vezes alvo da troça delas, por ser muito diferente.
Sempre que o Leãozinho era alvo de troça, ia ter com a sua “mãe ovelha” e desabafava com ela, e ela dizia-lhe que apesar de ele ser diferente, tinha muitas características em que ele era diferente, mas que isso não fazia dele um ser inferior, e que tinha muitas outras qualidades superiores às outras jovens ovelhas.
Certo dia, um outro leão aproximou-se as ovelhas tentando caçar algumas. Alarmadas elas correram para se abrigar, o mesmo faz o leão que estava com elas. Não acreditando no que via, o Leão caçador aproximou-se e disse:
-“Por que foges tu de mim e te juntas às ovelhas, sendo um leão?”
– “Eu não sou leão, sou ovelha e, por favor, não nos faças mal”, respondeu ele.
 – “O quê? Tu uma ovelha? Estás enganado, tu és um leão. Um caçador igual a mim”.
– “Não, sou uma ovelha. Sempre vivi assim”.
– “Não aguento mais, tu és um leão, o rei dos animais, portanto, porta-te como tal”. De seguida levou-o para uma margem do rio, próximo de onde estavam. – “Olha a tua imagem tu és um leão igual a mim”. A tremer, o leão viu a semelhança entre ambos e isto deixou-o confuso. Não sabia quem era. E vendo as ovelhas correu e foi juntar-se a elas.
Enquanto brincavam, um lobo aproximou- se das ovelhas, encurralando-as, quase todas conseguiram fugir, mas houve uma que ficou mesmo encurralada junto às rochas: a “Mãe do Leãozinho”, desesperada a ovelha berrava sem parar, até que os seus gritos chegaram aos ouvidos do leão medroso.
Este ao ver à distância o perigo eminente da sua “mãe” , transformou-se e ganhou forças,  soltou um rugido de leão apavorante,  que ecoou por toda a savana. Assustado e sem saber do que se tratava, o lobo fugiu a correr, e a “mãe ovelha”, ficou a salvo”
O leão finalmente assumiu a sua verdadeira identidade. Viveu  por algum tempo como ovelha, mas seu coração era de leão, e isso fez ressurgir a sua verdadeira natureza. “
                                                              Autor desconhecido.
 Todos nós somos leões por natureza, mas vivemos com medo da vida e dos desafios que ela nos coloca todos os dias.
Deves retirar desta história, que deves deixar de te comportar como “ovelha”, assume a tua verdadeira natureza de “leão”, ganha confiança, e atua como um verdadeiro vencedor corajoso.

A tua força está no teu interior, e é capaz de ultrapassar os maiores obstáculos, não te deixes chegar a uma situação de desespero absoluto, como no caso do leão, para fazer emergir de dentro de ti essa força e capacidade que tens dentro de ti.

sábado, 21 de novembro de 2015



              A aranha

Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo. O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira: 

- "Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!!" 

Neste momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha. A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.
 O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado: 

- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha." 

- "Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar..." 

Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia. Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte. Quando passaram em frente da trilha o homem escutou: 

- "Vamos, entremos nesta trilha!" 

- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha!? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas..." 

Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança n'Ele para deixar que sua glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.
Autor desconhecido

sábado, 31 de outubro de 2015



O segredo da felicidade

Um infeliz homem que, amargurado por não encontrar a felicidade, fechou a pobre casa, e foi mundo afora, à procura deste estado intimo do espírito. Percorreu todos os caminhos, todas as nações, todos os povos, sem descansar, até encontrar o lugar que
acharia encontrar para ser feliz.

Onde chegava, reunia ele um pequeno grupo ao qual explicava os planos que tinha para ser feliz...Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro...mas o povo lamentava e ninguém o seguia... no dia seguinte, recomeçava a caminhada.
Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio... um dia percebeu que estava ficando velho, seus cabelos brancos, suas mãos enrijecidas e cansado de tanto procurar essa tal felicidade... foi quando parou em frente a uma casa antiga, janelas de vidro quebradas, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo todos os cantos dela, e ninhos de passarinhos construídos pelos pardais.
PENSOU E TOMOU UMA DECISÃO:
Vou tratar de ser feliz aqui. Arrumaria o telhado, colocaria novas janelas e vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes...e cantaria a canção da felicidade.
     Foi quando parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: AQUELA CASA ERA A PRÓPRIA RESIDÊNCIA QUE ELE ABANDONARA HÁ TANTOS ANOS, A PROCURA DA FELICIDADE...
                                              Autor desconhecido


MORAL DA HISTÓRIA :
“Felicidade não é conquistar o que se deseja, mas continuar desejando o que já conquistou!
O homem e a borboleta




Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor... e uma borboleta. 
Mas Deus lhe deu um cacto... e uma lagarta. 
O homem ficou triste, pois não entendeu o porquê do seu pedido vir errado. 
Daí pensou:
 Também, com tanta gente para atender... e resolveu não questionar. 

Passado algum tempo, o homem resolveu verificar o pedido que deixara esquecido. 
Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores. 
E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta. 
Deus sempre age certo. 
O seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado. 
Se você pediu a Deus uma coisa, e recebeu outra, confie. 
Tenha a certeza de que Ele dá o que você precisa, no momento certo. 
Nem sempre o que você deseja... é o que você precisa. 
Como Ele nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar. 
O espinho de hoje, será a flor de amanhã
Autor Desconhecido 

Às vezes por não termos o que desejamos pensamos que Deus não está na nossa vida. Mas ele está sempre olhando por nós, ele nos conhece bem antes de nascermos e sabe tudo o que acontecerá em nossa vida. 

Confie nele, pois seja o que for que você estiver passando é tudo permissão de Deus, tenha fé e não desista que mais cedo ou mais tarde você a luz brilhar sobre você.  



sábado, 12 de setembro de 2015

O cão e a lebre


O cão e a lebre

  
Certa vez um cão avistou uma lebre.
Impelido pela fome, aguçou seu olhar, seu faro e seus ouvidos; retesou seus músculos e partiu para a caça. Todo o seu ser unificou-se em torno de um objetivo: capturar a lebre.
Nada o distraía nada o detinha na sua busca, nem riachos, nem espinheiros, nem beleza dos prados.
À sua passagem, outros cães se assanhavam, começavam a latir e alguns se punham também a correr, mas logo paravam e desanimavam perguntando-se: correr para quê?
E, desistindo da busca, entregavam-se à monótona sonolência da vida.
Eles não tinham visto a lebre!...

Autor desconhecido


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Um balde furado


Um balde furado

                                                               Certa vez, um dos monges de um mosteiro cometeu uma falta grave.Chamaram, então, o ermitão mais sábio da região, para ir até o mosteiro julgá-lo.O ermitão se recusou.
Mas, insistiram tanto que ele terminou por ir.
Antes, porém, pegou um balde e fez vários furos embaixo. Ao chegar perto do mosteiro, encheu o balde de areia e foi caminhando, enquanto a areia escorria pelos furos e caía no chão.

Os monges o avistaram e vieram ao seu encontro. Um deles lhe perguntou o que era aquilo.
O ermitão respondeu: “Vim julgar o meu próximo. Meus pecados estão escorrendo atrás de mim, como esta areia. Mas, como eu não olho para trás, não os vejo”.
Diante da lição, os monges desistiram da punição ao pobre infrator.
Nossos pecados escorrem atrás de nós como a areia daquele balde.
 “Por que observas o cisco que está no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Hipócrita! Tira primeiro a trave que está no teu olho e, então, enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão” (Lc 6,41-42).
No caso da mulher adúltera, Jesus nos dá o mesmo ensinamento, de forma diferente (Cf Jo 8,1-11).
Maria Santíssima é chamada Mãe de Misericórdia. A virtude da misericórdia nos leva a ser rigorosos conosco mesmos, mas muito compreensivos com as falhas do próximo.

                                                                          Autor desconhecido  

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Aceite as surpresas



Aceite as surpresas
Aceite as surpresas
que transformam teus planos,
dão rumo totalmente diverso
ao teu dia e, quem sabe,
à tua vida...
Não há acaso.
Dá liberdade ao Pai,
para que ele mesmo
conduza a trama
dos teus dias !...

Dom Helder Câmara


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

A cidade dos resmungos

A Cidade dos Resmungos

Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam. No Verão, resmungavam que estava muito quente. No Inverno, que estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer. Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs. Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.
Um dia chegou à cidade um vendedor ambulante carregando um enorme cesto às costas. Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:
— Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras são cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado com tantos benefícios e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu mostrar-lhes-ei o caminho para a felicidade.

Ora, a camisa do vendedor ambulante estava rasgada e puída. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos. As pessoas riram ao pensar que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas, enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e esticou-a entre dois postes na praça da cidade.
                   
Então, segurando o cesto diante de si, gritou:
— Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam os seus problemas num pedaço de papel e ponham-no dentro deste cesto. Trocarei os vossos problemas por felicidade!

A multidão aglomerou-se ao seu redor. Ninguém hesitou diante da oportunidade de se livrar dos problemas. Todos os homens, mulheres e crianças da vila rabiscaram a sua queixa num pedaço de papel e lançaram-no no cesto.
Observaram o vendedor que pegava em cada problema e o pendurava na corda. Quando terminou, havia problemas a tremularem em cada polegada da corda, de um extremo a outro.

Disse então:
— Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.
Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram cada qual tentando escolher o menor problema. Ao fim de algum tempo, a corda estava vazia.
Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que tinha colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido o seu próprio problema, achando ser ele o menor de todos.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar constantemente. E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou de reclamar, pensava no vendedor e na sua corda mágica.
William J. Bennett

O Livro das Virtudes II  

segunda-feira, 27 de julho de 2015

A Mãe camelo e o seu filhote

A mãe camelo e o seu filhote

Certa vez, dois camelos estavam conversando: A mãe e o seu filhote.

O bebê perguntou: “Mãe, por que os camelos têm corcovas?” (Corcova é aquele grande cupim que os camelos têm nas costas). A mãe respondeu: “É para reservar água, filhinho. Nós somos animais do deserto e quando cruzamos o deserto precisamos sobreviver às vezes sem água”.

“E por que”, continuou o filhinho, “temos as pernas longas e as patas arredondadas?” “É para caminhar no deserto”, disse a mãe. “Assim podemos nos movimentar melhor, sem nos afundar na areia”.
       “E por que nossos cílios são tão longos?” insistiu ainda o bebê. “De vez em quando eles atrapalham minha visão!” A mãe disse: “Meu filho, esses cílios grossos são como uma capa que protegem nossos olhos da areia. No deserto, venta muito, e a areia se levanta”.

O filhinho concluiu dizendo: “Está certo, mãe: Armazenar água para cruzar o deserto, pernas compridas para caminhar no deserto, cílios para proteger nossos olhos no deserto. Então o que é que estamos fazendo aqui no zoológico?”

Cada animal foi criado por Deus, adaptado ao meio ambiente para o qual foi criado.

Quando, por exemplo, um passarinho canta na gaiola, na verdade ele está chorando. Chorando a tristeza de viver fora do seu ambiente e não poder sair.

                                          Autor desconhecido