sábado, 15 de março de 2014

Garoto compra uma hora do Pai




Garoto compra uma hora do pai


Certa vez, após o noticiário da noite, um menino perguntou ao seu - “Pai, quanto  o senhor ganha por hora?

- “Ah! Não me amole! Estou cansado.”
- “Fale, pai, quanto o senhor ganha por hora!”
- “Dez Reais.”

- “Então o senhor podia me dar dois Reais?”


- “Não tenho agora. Vá dormir.”

O menino foi dormir.
Mais tarde, o pai ficou arrependido, foi até a cama do filho, acordou-o e falou:

“Aqui está o dinheiro que você pediu”. 

O garoto levantou-se alegre e disse:
“Que bom! Agora completei. Tenho dez Reais. Eu tenho muita coisa para contar. 
O senhor podia me vender uma hora do seu tempo?”
Desta vez, quem não conseguiu dormir foi o pai.
Vamos valorizar mais a educação dos filhos,
e gastar tempo com eles.
As crianças não precisam tanto das coisas que os pais lhes dão.
Eles precisam é dos próprios pais.
Maria Santíssima é chamada a Mãe dos educadores,
porque educou o próprio Filho de Deus.
Que ela ajude os pais e educadores a cumprirem bem a sua missão.

Autor desconhecido


domingo, 2 de março de 2014

As Cisternas que se comunicavam


As cisternas que se comunicavam

          Em certa região, havia muitas cisternas. Todas tinham aquela borda, de mais ou menos um metro de altura, feitas de tijolos, que em alguns lugares é chamada de boca da cisterna.

          As bordas eram todas pintadas e enfeitadas, cada uma de um jeito diferente, numa espécie de competição entre as cisternas. Afinal, era o que todo mundo via.

         Algumas até preenchiam a parte interna da borda com algum objeto bonito, para chamar a atenção, se alguém se aproximasse e olhasse para dentro. As cisternas chegaram até a esquecer do principal delas, que é a água.

          Um dia, uma delas, no afã de se enfeitar, tocou a água lá no fundo e teve uma sensação de paz maravilhosa.

         Molhou-se toda e percebeu que se refrescou do calor do sol. Ela experimentou uma felicidade que nunca sentira.

      Resolveu tirar um pouco de água e jogar na terra, em volta de si mesma.               Resultado: 
      Começaram a brotar flores e grama, ficando tudo verde e bonito. As outras cisternas viram aquela transformação e imitaram. Assim, toda a região tornou-se um jardim.

O interessante foi que elas, um dia, descobriram que eram unidas, pois a água que tinham, vinha de uma fonte subterrânea só, que estava na montanha ao lado. Sentiram-se irmãs e começaram a valorizar a montanha.

As cisternas somos nós. Preocupados com a nossa aparência, esquecemo-nos da Água Viva que trazemos dentro de nós. Isto gera um vazio insaciável, que vai encobrindo a graça de Deus, e assim não descobrimos a nossa identidade mais bela:

Somos filhos de Deus.

Autor desconhecido