domingo, 31 de dezembro de 2017

Receita para um ano novo de paz

Receita para um ano novo de paz
Para que o ano seja novo, é preciso que você desamarre os laços que o impedem de caminhar rumo ao perdão. Desfaça os nós da prepotência e revista-se de humildade. Dê o primeiro passo e acredite que o perdão
 revigora a alma e devolve a paz ao coração angustiado.
Não tenha medo de recomeçar. Nem sempre é fácil deixar aquilo que nos aprisiona. Liberte-se das prisões que criou para si mesmo. Olhe ao seu redor e veja que na liberdade madura, você pode ser mais feliz do que sendo prisioneiro de seus pecados. Liberdade conquista-se com responsabilidade; e a maturidade é o fruto das escolhas bem realizadas. Abra os cadeados que o impedem de ver a vida com mais otimismo. Despeça-se do mau humor. Viva com mais leveza e pare de achar o lado ruim das pessoas e das situações. Chegou o momento de viver a vida com mais gratidão. Mais um ano mal-humorado será insuportável para você mesmo.
Sempre é tempo de praticar gestos de bondade
            Fuja das trevas e caminhe na luz. Um novo ano é sempre uma nova oportunidade de buscar a luz. Deixe-se iluminar pelo bom exemplo das pessoas. Busque amizades que agreguem valor a sua vida. Despeça-se das situações que ofuscam sua visão. Você foi criado para iluminar-se. Seja luz! Brilhe amando! Ilumine semeando esperança!
Acredite que sempre é tempo de praticar gestos de bondade. Não espere o momento ideal para ajudar alguém. Faça de cada situação uma oportunidade única para praticar o bem. Faça de cada dia deste novo ano o tempo de amar. Faça a diferença! Acredite na força do amor partilhado.

Pequenos gestos fazem grandes diferenças
          Seja misericordioso. Acolha a todos com um sorriso verdadeiro e com um abraço fraterno. Pequenos gestos fazem grandes diferenças quando praticados com amor. Seja ponte que une e não muro que separa. Ajude os necessitados e cada dia deste ano novo será um Natal permanente. Visite os enfermos e celebre a liturgia da caridade, no altar de cada leito de dor. Ofereça sua bondade sem esperar retorno. Quem semeia com amor colhe sorrisos de gratidão.

A oração é alimento da alma e fortaleza na vida
          Ore mais. A oração é alimento da alma e fortaleza na vida. Em cada oração, unimo-nos mais profundamente ao coração de Deus. Mesmo em meio às lágrimas e dificuldades, busque o auxílio e a segurança d’Aquele que nunca nos abandona. Em Deus somos acolhidos no amor e na misericórdia. Nosso Pai celestial jamais abandona um filho necessitado. Seja na dor ou na alegria, busque Deus com amor. N’Ele somos amados eternamente.

Acredite em si mesmo
          Você é protagonista da mais bela história da vida, da qual Deus o fez personagem principal. Sua missão começa com um sorriso de bondade e se expande pelo mundo com pequenos gestos de amor. No palco da vida, você é obra divina da criação. Você foi gerado no amor de Deus. Em sua alma estão impressas as marcas da divindade. Você é fruto de um amor eterno, por isso mesmo, faça deste novo ano o início de um novo tempo na sua história. Seja para o mundo a realidade de um novo tempo! Seja de Deus! Seja feliz com Deus!

Por Padre Flávio Sobreiro

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

A balança


                             
                             A balança...

Quando menino eu vivia brigando com Beto, meu melhor amigo Beto. 
Um dia, quando corri para casa e procurei mamãe para queixar-me. 
Ela me ouviu e disse o seguinte:
- Vai buscar a sua balança e os blocos.
- Mas, o que tem isso a ver com o Beto? 
- Você verá... Vamos fazer uma brincadeira. Primeiro vamos colocar neste prato da balança um bloco para representar cada defeito do Beto. Conte-me quais são. 
- Fui relacionando-os e certo número de blocos foi empilhado daquele lado. 
- Você não tem nada mais a dizer? 
Eu não tinha e ela propôs: Então você vai, agora, enumerar as qualidades dele. Cada uma delas será um bloco no outro prato da balança. 
Ele não deixa você andar em sua bicicleta? 
Não reparte o seu doce com você? 
Ela foi colocando os blocos do outro lado. 
De repente eu percebi que a balança balançava. Mas vieram outros e outros blocos em favor do Beto.
Dei uma risada e mamãe observou:
Você gosta do Beto e ficou alegre por verificar que as suas boas qualidades ultrapassam os seus defeitos. Isso sempre acontece, conforme você mesmo vai verificar ao longo de sua vida.

E de fato. Através dos anos aquele pequeno incidente de pesagem tem exercido importante influência sobre meus julgamentos. Antes de criticar uma pessoa, lembro-me daquela balança e comparo seus pontos bons com os maus. E, felizmente, quase sempre há uma vantagem compensadora, o que fortalece em muito a minha confiança nas pessoas.

Desconheço o autor      

domingo, 19 de novembro de 2017

Dois lagos, duas filosofias, uma vida


Dois lagos, duas filosofias uma vida

  Na Terra Santa há dois lagos alimentados pela mesma fonte: o Rio Jordão. Ficam situados a alguns quilómetros de distância um do outro, mas ambos possuem características bem distintas entre si.

       Um é o Lago de Genesaré, também conhecido como Mar da Galileia ou Lago de Tiberíades. O outro é o chamado "Mar Morto".

      O primeiro é azul, cheio de vida e de contrastes, de calma e de ondas. Nas suas margens refletem-se as flores amarelas dos seus prados. O Mar Morto é uma lagoa densa e de água salgada, em que não há vida. A água que vem do rio, ali fica estagnada.

      O que é que faz destes dois lagos, alimentados pelo mesmo rio, lagos tão diferentes? Simplesmente isto: o Lago de Genesaré transmite generosamente o que recebe. A sua água, quando ali chega, parte de imediato para remediar a seca dos campos. É uma água altruísta. A água do Mar Morto estagna-se. Adormece, é salgada, pesada, mata. É uma água egoísta, estagnada, inútil.

     Com as pessoas passa-se o mesmo: recebem a vida da mesma fonte, mas as que vivem com generosidade, dando-se e oferecendo-se aos outros, geram vida e fazem viver. Pelo contrário, as pessoas que, com egoísmo, recebem, guardam e não dão, são como água estagnada, que morre e causa a morte à sua volta.

     Muitas pessoas parecem-se com o Mar Morto: só recebem, acumulam, não dão, e assim constroem uma vida amarga e infeliz. São extremamente salgadas, intragáveis.

     Há outras, porém, que dão e se oferecem a si mesmas com generosidade e sem nada esperar como recompensa... Estas são as pessoas mais felizes do mundo. Quanto menos partilhamos mais pobres nos tornamos. Quanto mais nós damos, mais recebemos.

    O que acumula apenas para si, chama desesperadamente pela infelicidade e esta vem ter com ele. Recebe de graça e não reparte, acumula só para si e apodrece.
Pode até perder agora, na vida presente, mas colherá na eternidade... O    que partilha, abre a porta à felicidade...  
Desconheço o Autor

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Tudo passa

Tudo passa
Havia um rei muito poderoso que tinha tudo na vida, mas sentia-se confuso. Resolveu consultar os sábios do reino e disse-lhes:
– Não sei por que me sinto estranho e preciso ter paz de espírito. Preciso de algo que me faça alegre quando estiver triste e que me faça triste quando estiver alegre.
Os sábios resolveram dar um anel ao rei, desde que o rei seguisse certas condições:
Debaixo do anel existe uma mensagem, mas o rei só deverá abrir o anel quando ele estiver num momento intolerável. Se abrir só por curiosidade, a mensagem perderá o seu significado. Quando TUDO estiver perdido, a confusão for total, acontecer a agonia e nada mais puder ser feito, aí o rei deve abrir o anel.
O rei seguiu o conselho. Um dia o país entrou em guerra e perdeu. Houve vários momentos em que a situação ficou terrível, mas o rei não abriu o anel porque ainda não era o fim. O reino estava perdido, mas ainda podia recuperá-lo. Fugiu do reino para se salvar. O inimigo o seguiu, mas o rei cavalgou até que perdeu os companheiros e o cavalo.
Seguiu a pé, sozinho, e os inimigos atrás; era possível ouvir o ruído dos cavalos. Os pés sangravam, mas tinha que continuar a correr. O inimigo se aproxima e o rei, quase desmaiado, chega à beira de um precipício. Os inimigos estão cada vez mais perto e não há saída, mas o rei ainda pensa:
– Estou vivo, talvez o inimigo mude de direção. Ainda não é o momento de ler a mensagem…
Olha o abismo e vê leões lá embaixo, não tem mais jeito. Os inimigos estão muito próximos, e aí o rei abre o anel e lê a mensagem: “Isto também passará”. De súbito, o rei relaxa. Isto também passará e, naturalmente, o inimigo mudou de direção. O rei volta e tempo depois reúne seus exércitos e reconquista seu país. Há uma grande festa, o povo dança nas ruas e o rei está felicíssimo, chora de tanta alegria e, de repente, se lembra do anel, abre-o e lê a mensagem: “Isto também passará”. Novamente ele relaxa, e assim obtém a sabedoria e a paz de espírito.
Em qualquer situação, boa ou ruim, de prosperidade ou de dificuldades, em que as emoções parecem dominar tudo o que fazemos, é importante que nos lembremos de que tudo é efêmero, de que tudo passará, de que é impossível perpetuarmos os momentos que vivemos, queiramos ou não, sejam eles escolhidos ou não.
A ansiedade, freqüentemente, não nos deixa analisar o que nos ocorre com objetividade. Nem sempre é possível, mesmo. Mas, em muitos momentos, precipitamos atitudes que só pioram o que queríamos que melhorasse, e é na esfera dos relacionamentos amorosos que isso ocorre quase sempre.
A calma, conforme o ditado popular, pode ser o melhor remédio diante daquilo que não depende de nós… Manter as emoções constantemente sob controle é pura fantasia e qualquer um já viveu a sensação de pânico ao perceber que o que mais se valoriza está escapando por entre os dedos.
“Dar tempo ao tempo” não é sintoma de passividade, mas de sabedoria na maior parte dos casos.

Desconheço o autor

terça-feira, 24 de outubro de 2017

A Rosa


Parábola da Rosa

Um homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente.
Antes que ela desabrochasse, ele a examinou e viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou,
“Como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?”
 
Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa e, antes mesmo de estar pronta para desabrochar, ela morreu.
Assim é com muitas pessoas.
Dentro de cada alma há uma rosa: são as qualidades dadas por Deus.
Dentro de cada alma temos também os espinhos: são as nossas falhas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.
Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior.
Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós e,
consequentemente, ele morre.
Nunca percebemos o nosso potencial.
Algumas pessoas não veem a rosa dentro delas mesmas.
Portanto alguém mais deve mostrar a elas.
Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.
Esta é a característica do amor.
Olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras falhas.
Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, elas superarão seus próprios espinhos.
Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
Portanto sorriam e descubram as rosas que existe dentro de cada um de vocês e das pessoas que amam…
Autor desconhecido 

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Os olhos de quem vê


Os olhos de quem vê
 
         Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar-lhe o quanto as pessoas podem ser pobres. Seu objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, seu status e prestígio social. O pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro.
       Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo.
Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:
       – E aí filhão, como foi a viagem para você?
       – Muito boa, papai.
       – Você viu a diferença entre viver na riqueza e viver na pobreza? 
       – Sim pai... - Retrucou o filho, pensativamente. 
       – E o que você aprendeu com tudo o que viu naquele lugar tão pobre? 
       O menino respondeu: 
      – É pai, pude ver muitas coisas...
        Vi que nós temos só um cachorro em casa, enquanto eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança metade do jardim, e eles têm um riacho sem fim. 
Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.
       Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha. Nós temos alguns canários numa gaiola e eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas!
O filho suspirou e continuou: 
     – E além do mais, papai, observei que eles oram antes de qualquer refeição, enquanto nós sentamos à mesa e falamos de negócios e eventos sociais. Então comemos, empurramos o prato e pronto!
       No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive por nossa visita. Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos,
 assistimos TV e dormimos. 
      Outra coisa papai, eu dormi na rede do Tonho e ele dormiu no chão, pois não havia rede para cada um de nós. Na nossa casa, colocamos nossa empregada para dormir naquele quarto onde guardamos entulho, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.
       Conforme o garoto falava, o pai ficava constrangido, enrubescido e envergonhado. O filho, em sua sábia ingenuidade e brilhante desabafo,
 abraçou o pai e ainda acrescentou: 
      – Obrigado papai, por ter me mostrado o quanto somos pobres!
      Não é o que você tem, o que faz ou onde está, que irá determinar sua felicidade, mas o que você pensa sobre isto. 

       Tudo o que você tem depende da maneira como enxerga e valoriza. 
Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, 
tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, 
então você tem tudo!
Autor: Desconhecido

domingo, 10 de setembro de 2017

O diálogo é a porta da reconciliação







O diálogo é a porta para a reconciliação
Certa vez, houve uma discussão feia entre um casal, e a esposa parou de falar com o marido. Passou um dia, dois, três dias... nada. Ela cumpria todos os seus deveres, mas sem falar com ele.
Então o esposo teve uma ideia. À noite, quando os dois estavam no quarto, ele abriu o guarda-roupa e começou a puxar as gavetas, como se estivesse procurando algo. Tirava objetos, colocava-os de novo no lugar... Era uma procura sem fim.
Até que ela não resistiu e lhe perguntou: “O que você está procurando? ” Ele sorriu e disse: “Ô querida, já achei. Eu estava procurando a sua voz! ”
Os casais precisam encontrar saídas melhores para resolver os impasses na convivência matrimonial. E nunca interromper o diálogo com as pessoas com quem convivemos, pois, o diálogo é a porta pela qual passam as tentativas de reconciliação. Se conversamos pode ser que uma desavença seja esclarecida, sem conversar é certo que ela não será esclarecida.
Maria Santíssima passou por vários problemas familiares, mas nunca interrompeu o diálogo com ninguém. Que ela nos ajude.
Historinhas do Pe. Queiroz


sábado, 2 de setembro de 2017

A Águia e a Coruja


       A águia e a coruja

Águia, rainha dos ares, caçadora! Por favor, não venhas a devorar meus pimpolhos! Assim implorou um dia a coruja a Sua Majestade.


Com tais respeitos, a águia concedeu: Sim! Respeitarei teus corujinhos. Basta que os mostres ou me descrevas como são...

 Com medo de exibir seu ninho, a coruja se explicou: 
São os filhotes de passarinho mais lindos e rechonchudos do mundo!E lá se foi a trabalhar e a águia a caçar. Em pouco a soberana da caça encontrou o ninho da coruja e olhou bem: 

Essas miniaturas de dinossauro sem penas não podem ser os filhotes da minha admiradora coruja! E foi um belo manjar para o papo!
Quando a coruja voltou e não achou os seus filhos, soltou seus gritos desesperados e atraiu a águia de volta que lhe replicou:
Tu disseste que eram teus filhos os mais lindos passarinhos do mundo! Se te explicasses melhor, na certa eu os teria poupado!
Conclui o fabulista:
 - Para quem ama, o feio, bonito lhe parece. Em outras versões se explica que bonito e feio são conceitos subjetivos e de pouco valor para quem nos ouve. Bem que poderiam os reformadores sociais entender a fábula e não querer devorar os seus semelhantes em nome de conceitos de ódio, inveja, arbitrariedade e rapinagem. Perceberiam que seus ideais são como miniaturas de dinossauros para os outros enquanto eles acreditam que são os mais belos corujinhos do mundo!

La Fontaine

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Alguns pensamentos para você





     Alguns pensamentos para você...

Paganini foi um grande violinista;
 numa ocasião durante o Concerto, 
a cada passo arrebentava uma corda e
ele sempre continuando a tocar.
 Por fim, ficou só com uma corda, foi até o fim do Concerto.
 O Regente não entendeu como foi possível.
         “Desperte o Paganini que existe em você e avance para vencer”.
        “Vitória é a arte de você continuar,
 onde os outros resolveram parar”.
         “Aprenda a aceitar que a vida
 sempre lhe deixará uma última corda”.
         “Quando você estiver desanimado(a), nunca desista,
 ainda há uma corda da persistência inteligente, 
do tentar mais uma vez;
 do dar um passo a mais com um enfoque maior”.

         “Paganini é o símbolo do profissional
 que continua diante do impossível”.
Autor desconhecido

domingo, 20 de agosto de 2017

Lenda árabe




Lenda árabe

Uma lenda oriental sobre a reação aos atos dos outros.

Diz uma linda lenda árabe que dois amigos 
viajavam pelo deserto e em 
determinado ponto da viagem discutiram.

O outro, ofendido, sem nada a dizer, escreveu na areia:
Hoje, o meu melhor amigo bateu-me no rosto.

Seguiram e chegaram a um oásis
 onde resolveram banhar-se.

O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se
 sendo salvo pelo amigo.

Ao recuperar pegou um estilete e escreveu numa pedra:
Hoje, o meu melhor amigo salvou-me a vida.

Intrigado, o amigo perguntou:
Porque é que quando te bati, escreveste na areia 
e agora escreveste na pedra?

Sorrindo, o outro amigo respondeu:
 "Quando um grande amigo nos ofende devemos escrever na areia onde o vento do esquecimento e do perdão se
encarregam de apagar;

porém quando nos faz algo grandioso, 
deveremos gravar na pedra da memória 
do coração onde vento nenhum 
do mundo poderá apagar".