
Certa vez uma serpente começou a perseguir um vaga-lume...
O vaga-lume fugia rápido, com medo da feroz predadora
e a serpente nem pensava em desistir...
Fugiu um dia todo e ela não desistia, dois dias e nada...
No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse à cobra:
- Posso lhe fazer três perguntas:
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar...
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Te fiz algum mal?
- Não.
- Então, porque você quer acabar comigo?
- Simplesmente porque não suporto ver você brilhar!...
(Autor desconhecido)
Em nosso mundo há muita gente agindo como a serpente.
Isto chama-se “inveja”.
Esse sentimento se encontra no coração de todo o ser humano;
em alguns mais acentuado e em outros menos.
Toda vez que eu faço comparação comigo ou com o outro,
é sinal evidente da existência do foco da inveja dentro de mim.
É duro fazer esta constatação e aceitar.
Arranja-se mil e uma justificativas...
Ninguém gosta de ser taxado de invejoso/a...
Inveja, eu? Como? Estou com ciúmes!...
E o que é o ciúmes? Não é outra coisa senão a inveja de babadinho...
Bem disfarçadinha...
Procuremos valorizar as qualidades e o trabalho do outro.
Há lugar ao sol para todos/as.
Sua chama não diminui quando você passa a luz para o outro/a.
Ir. Teresa Cristina Potrick,ISJ
