quinta-feira, 20 de novembro de 2014


O jardineiro dedicado

Havia, certa vez, um jardineiro que trabalhava como diarista em várias residências de um bairro classe alta, cuidando dos jardins.

Um dia, um especialista em marketing contratou-o par a cuidar do seu jardim. Quando o jardineiro terminou o serviço, pediu permissão para usar o telefone. O executivo deixou. Contudo, ficou por perto e ouviu a conversa.
O jardineiro ligou para uma senhora e disse:
- “A senhora está precisando de um jardineiro?”
- “Não. Eu já tenho um.”
- “Mas, além de aparar, eu também tiro o lixo.”
- “Isso o meu jardineiro faz.”
- “Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço.”
- “O meu jardineiro também o faz.”
- “Eu faço a programação de atendimento o mais rápido possível.”
- “O meu jardineiro também me atende prontamente.”
- “O meu preço é um dos melhores.”
- “Não, muito obrigada. O preço do meu jardineiro também é muito bom.”
Assim que o moço desligou o telefone, o executivo lhe disse: “Meu rapaz, você perdeu um cliente”. Ele respondeu: “Não. Eu sou o jardineiro dela. Apenas estava medindo o quanto ela está satisfeita. Depois lhe contarei que fui eu que telefonei”.
Devemos ser pontuais e honestos no nosso trabalho. Se não estivermos contentes com o salário, ou com as condições do serviço, o mundo é grande e podemos bater em outras portas.
Havia, na antiguidade, uma rainha que, sempre que alguém a procurava pedindo alguma coisa, ela dava mais do que a pessoa pedia. Advertida, ela explicou: “Eu não quero deixar ir descontente nenhuma pessoa que se dirige a mim”. Maria Santíssima é como essa rainha.
Historinhas de Pe. queiroz



Pequeno demais

            Certo marinheiro partiu para uma viagem que deveria durar muitos anos. Deixou em casa o filhinho recém-nascido, que amava com todo carinho de pai. Mandava-lhe os mais belos presentes, e ia contando pacientemente os meses que passavam.
         “Em breve”, pensava ele, “meu filho” crescerá e saberá que eu existo, que o amo de todo o coração. Minha mulher escreverá:” Ele pensa em você, agradece os presentes que mandou”...
         Mas frustrou-se a expectativa do marinheiro: seu filho continuava a ignorá-lo!
 “È pequeno demais”, pensava a mãe, vou esperar, para falar-lhe do pai, que chegue à idade da razão...”
         E o marinheiro pensava tristemente: “Será que minha mulher me ama, tendo passado tanto tempo sem falar de mim a nosso filho?”
         Deus ama seus filhos e filhas muito  mais que os pais. Deus manda, cada dia, magníficos presentes: o sol, a saúde, a vida,... No entanto, muitos pais não falam de Deus para os filhos. Não privemos o amor de Deus de brotar no coração das criancinhas.
 Desconheço o autor

         Pra refletir:
1.     Você comunica seu amor a Deus por palavras e por atos?
2.     Para falar de deus, como Pai e Criador de tudo, deve-se esperar o crescimento das crianças?
3.     Você acha que só se expressa o amor com presentes?

4.     O que você reconhece como dádivas de Deus em sua vida?