domingo, 26 de março de 2017

Aprender com a Águia




            Aprender com a Águia
Como exemplo de automotivação, deixo para você, querido amigo e querida amiga, uma demonstração clara de vontade de vencer que podemos aprender com a águia.
 Para ela, o céu é o limite. Sempre voa observando atentamente a paisagem da cidade vista do alto. Passando entre as nuvens, ela descobre o melhor caminho para chegar até o seu alimento e até a fonte cristalina de água que irá satisfazer a sua sede.
Que possamos voar alto como a águia e observar atentamente o nosso meio ambiente com a sabedoria deste animal. Que sempre possamos sonhar alto como ele, tendo como objetivo conquistar os "céus" de nossas vidas.
Em nossa vida, muitas vezes temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes, e outras tradições que nos causam dor.
 
         Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz. 
        Todos os dias há um novo recomeço, temos uma nova chance de viver um novo dia e fazer o que não pudemos ou quisemos fazer ontem. As suas células se renovam a cada 24 horas, Se a cada dia você se torna uma nova pessoa biologicamente, você também poder se tornar uma nova pessoa psicologicamente.
 Você pode escolher ser a mesma pessoa de ontem, ou pode mudar para melhor, ou pelo menos um pouco.
 Quando você muda, muda tudo a sua volta. Quando percebemos que não podemos mudar coisas, pessoas e acontecimentos é o momento ideal de mudarmos a nós mesmos.

 Então renove os seus hábitos, seus métodos de trabalho, seu tratamento às pessoas, sua maneira de enxergar as coisas, seus procedimentos. Para toda ação existe uma reação semelhante. 
Pense nisso! 
Desconheço o autor

domingo, 5 de março de 2017

A cura do coração partido


A Cura do Coração Partido

Uma médica que usa a arte, entre outras técnicas, na cura de pacientes cancerosos, conta uma história sobre um rapaz que, aos 24 anos de idade, procurou-a depois ter uma das pernas amputada na altura do quadril, a fim de se salvar de um câncer ósseo. No início do trabalho ele tinha um sentimento de injustiça e ódio por todas as pessoas 'saudáveis'.

 Parecia-lhe amargamente injusto ter sofrido essa terrível perda tão cedo em sua vida. Sua mágoa e raiva eram tão grandes que foram necessários muitos anos de trabalho para que ele começasse a sair de dentro de si mesmo e a curar-se. Ele precisava curar não apenas o corpo, mas também o coração partido e o espírito ferido.

O rapaz trabalhou com afinco e profundidade, contando sua história, desenhando-a, dedicando uma percepção consciente a toda a sua vida. À medida que vagarosamente se curava, desenvolveu profunda compaixão por outras pessoas em situação semelhante.    Começou a ir a hospitais visitar pessoas que também haviam sofrido sérias perdas físicas.

 Em certa ocasião, contou ele à sua médica, visitou uma jovem cantora que estava tão deprimida pela perda dos seios que nem sequer tinha coragem de olhá-lo nos olhos. As enfermeiras ligaram o rádio, talvez com a esperança de animá-la.

 O dia estava quente e o rapaz vestia shorts. Finalmente, desesperado para conquistar a atenção da moça, ele desatarraxou a perna artificial e começou a dançar pela sala, numa perna só, estalando os dedos para acompanhar a música. Ela o olhou, assombrada, depois caiu na gargalhada e exclamou: "Cara, se você consegue dançar, eu consigo cantar!"

Quando esse rapaz começou a trabalhar com desenhos, no início do tratamento, fez um esboço a lápis de seu próprio corpo na forma de um vaso atravessado de alto a baixo por uma profunda rachadura negra. Desenhou essa rachadura mil vezes, rangendo os dentes de raiva.

   Muitos anos depois, para encorajá-lo a completar seu processo, a médica mostrou-lhe esses primeiros desenhos. Ele viu o vaso e disse: "Ah, este aqui não está terminado". Quando ela sugeriu que ele o terminasse, ele correu o dedo ao longo da rachadura e disse:

 "Olhe, é por aqui que a luz passa". Com um lápis amarelo, desenhou a luz fluindo através da rachadura para dentro do vaso e disse: "O nosso coração pode se fortalecer nos lugares partidos".
                                                       Adaptação de texto extraído do livro
                                                      "Um Caminho com o Coração" - J. Kornfield