sexta-feira, 7 de junho de 2013

O dom da partilha


O dom da partilha

Certa vez, passeando por esses campos de Deus, um galo encontrou um ovo de avestruz e, naturalmente, ficou admirado com o que viu. E,  como o seu grupo trabalhava com coisas semelhantes, decidiu levá-lo ao galinheiro.
         Chegando a seu reino, reuniu todas as galinhas e, depositando entre elas o ovo de avestruz, falou-lhes desta  maneira: “Por favor, entendam-me...  Não se  trata de criticar o que se faz em casa; no entanto, gostaria que vissem o que estão fazendo em outros lugares...”.
A partir daquele dia, conclui a história, começou a reinar  no galinheiro um clima de depressão e, até mesmo, de complexo de inferioridade.
Todas as pessoas são diferentes e por isso não devem ser enquadradas numa mesma medida. Cada pessoa deve responder às capacidades recebidas.
“Quem muito recebeu, de muito deverá prestar contas”, observa o Evangelho. Aquele que recebeu dez talentos, lembra  parábola deverá restituir outros dez; aquele que recebeu cinco, fica responsável apenas um, fará sua obrigação, se responder com mais um.
Na parábola do semeador, o próprio Cristo admite que um grão possa produzir 100, outro sessenta, e um terceiro, apenas um. O erro fatal é enterrar o tesouro. Isso significa guardá-lo egoisticamente para si.
Partilhar é a grande lei, o grande dom.

( Livro: Sabedoria da Vida – histórias que ensinam.  Itamar Vian )

Para refletir:

1.     Diz um filósofo: “Homem. Conhece=te a ti mesmo”. O que você
entende por conhecer-se?
2.     Você já percebeu que é uma pessoa única, com dons próprios?
3.      Já identificou seus talentos? Em que  você os aplica?



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